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21 de setembro de 2012

Escola Maria Neusa Fará Jus ao Prêmio Aprender pra Valer

A Secretaria da Educação (Seduc) divulga a relação das escolas da rede estadual de ensino que, por seus resultados no Sistema Permanente de Avaliação da Educação Básica do Ceará (Spaece) de 2011, farão jus ao prêmio Aprender pra Valer, conforme a Lei Nº 14.484, de 08 de outubro de 2009.

O Prêmio Aprender Pra Valer consiste na premiação do quadro funcional de todas as escolas que alcançarem as metas anuais de evolução de aprendizagem dos alunos do Ensino Médio, definidas pela Seduc tendo por referência os resultados do Spaece

Para visualizar melhor "clique sobre a tabela".
Fonte: Seduc

17 de setembro de 2012

Desafio: Quem é o paulista, o carioca e o baiano?

Em torno de uma mesa quadrada, encontram-se sentados quatro sindicalistas. Oliveira, o mais antigo entre eles, é mineiro. Há também um paulista, um carioca e um baiano. Paulo está sentado à direita de Oliveira. Norton, à direita do paulista. Por sua vez, Vasconcelos, que não é carioca, encontra-se à frente de Paulo. Assim,
A) Paulo é paulista e Vasconcelos é baiano.
B) Paulo é carioca e Vasconcelos é baiano.
C) Norton é baiano e Vasconcelos é paulista.
D) Norton é carioca e Vasconcelos é paulista.
E) Paulo é baiano e Vasconcelos é paulista.

3 de setembro de 2012

Só 17% terminam o fundamental com domínio da matemática

Apesar dos avanços em português e no ciclo inicial, alunos formam quadro preocupante

Divulgados há três semanas, os resultados do Ideb, principal indicador da qualidade da educação no Brasil, preocuparam o MEC principalmente pela estagnação do ensino médio de 2009 para 2011. Dados obtidos pelo GLOBO junto ao Inep, autarquia do MEC responsável pelas avaliações, revelam, no entanto, que os problemas que resultam no quadro preocupante do antigo 2º Grau começam antes, já ao final do ensino fundamental, onde o percentual de alunos com conhecimento considerado adequado é de apenas 17% no caso de matemática e de 27% em língua portuguesa.

Além disso, em matemática, um terço dos estudantes que completa o fundamental registrou nos testes do MEC notas que os colocam abaixo até do que se espera para um aluno do 5º ano, (4ª série do antigo primário). Os dados constam de um relatório feito pelo Inep com base no desempenho dos alunos na Prova Brasil, testes de português e matemática aplicados a estudantes da rede pública que fazem parte do cômputo da nota final do Ideb, indicador que reúne essas médias com taxas de aprovação.

Dito de outra forma, 83% dos jovens avaliados ao final do ensino fundamental demonstraram saber menos matemática do que deveriam, o que significa que têm dificuldades para resolver problemas envolvendo porcentagens e frações.


O cenário é menos pior no caso das provas de português e nos anos iniciais do ensino fundamental. Nessa disciplina, o percentual de estudantes com nível adequado chega a 27% ao final do fundamental (antigo ginásio), sendo que um quinto registrou nível de conhecimento abaixo do que se espera até no 5º ano.

Se o quadro ao final do ensino fundamental é preocupante, a boa notícia é que, ao menos nos anos iniciais, a evolução foi significativa. Em dez anos, a proporção de alunos com aprendizado adequado em matemática mais que dobrou, passando de 15% para 36%. Em português, a variação foi de 24% para 40%, o melhor resultado entre todos os níveis e disciplinas.

Esse retrato da aprendizagem nas escolas brasileiras leva em conta parâmetros de qualidade definidos pela organização não governamental Todos pela Educação, a partir dos resultados da Prova Brasil e do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb), do MEC.

Para a diretora executiva do Todos pela Educação, Priscila Cruz, o quadro é grave. A meta estabelecida pela ONG para o ano de 2021 é que, até lá, 70% dos alunos dominem os conteúdos adequados à série.

— Existem duas dimensões: a velocidade do avanço e o resultado final. No avanço, estamos bem (nas séries iniciais). Temos conseguido avançar num ritmo superior ao de outros países. Mas o resultado final do Brasil é muito ruim. Todas as crianças têm o direito de aprender. Com 40%, a gente está muito atrás, perpetuando a desigualdade socioeconômica. Enquanto não resolvermos a questão da educação, vamos continuar a ser uma sociedade desigual e injusta — diz Priscila.

O presidente do Inep, Luiz Claudio Costa, elogia a iniciativa do Todos pela Educação de estabelecer parâmetros de aprendizagem por série, mas lembra que esse critério não é oficial. Segundo ele, as metas perseguidas pelo governo dizem respeito à melhoria das notas médias na Prova Brasil e no Saeb. O governo trabalha para que o conjunto de estudantes brasileiros tenha desempenho semelhante ao da média de alunos dos países da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), formada majoritariamente por nações desenvolvidas.

— Queremos chegar à média da OCDE. A gente tem expectativa de que, com essa taxa de crescimento, vamos alcançar as metas. E estamos lutando não só para alcançá-las, mas para superá-las — afirma Luiz Claudio.

Fonte: O GLOBO

15 de agosto de 2012

13 de agosto de 2012

Falta de professores em disciplinas básicas pode comprometer ensino

Para preencher a grade dos alunos, as escolas têm de fazer adaptações. E isso acontece principalmente nas disciplinas de exatas.
São formas novas de procurar emprego, mas o começo é bem tradicional: na escola. Mas faltam professores de disciplinas elementares, em todo o Brasil.

Para preencher a grade dos alunos, as escolas têm de fazer adaptações. E isso acontece principalmente nas disciplinas de exatas. Imagine aprender química ou física com um professor que não é formado na área.

Pois essa é uma situação comum pelo Brasil. E uma séria ameaça para o futuro de um país que quer ser desenvolvido. O Bom Dia Brasil ouviu especialistas, professores e alunos.

“A gente fica sem estudar. Vai embora para casa, fica sem estudar”, lamenta um aluno.

“Desde o começo do ano não estou tendo aula. Ontem foi a reunião de pais. Na folhinha não apareceu nada de química”, afirma Jéssica Teixeira de Oliveira.

“Eles falam que vai chegar professor e nunca chega. Não tive nenhum dia de aula de química”, conta Ildiane Souza Santos.

E imagine aprender química ou física com um professor que não é formado na disciplina. Pois essa é uma situação comum no país. Segundo o Governo Federal, na educação básica, dos quase 60 mil professores que dão aulas de física, nem 10 mil são formados. Dos 53 mil que lecionam química menos de 15 mil têm diploma na matéria. O aluno sai perdendo.

“Em 1º lugar, ele não está tendo a aula que ele deveria receber por um profissional bem formado. O 2º grave problema: a química não é ensinada adequadamente no Ensino Médio. O que a gente observa é que ela é ensinada do ponto de vista de uma lousa como uma ciência experimental, em um quadro negro, em uma lousa. Portanto, ela não desperta a motivação na aprendizagem pelo assunto”, explica Mozart Neves Ramos, consultor do movimento ‘Todos pela educação’.

Em turma de química da USP, o professor aplicou um questionário para saber, entre outras coisas, o que os alunos pretendem fazer depois que se formarem. Dos 30 estudantes, apenas oito disseram que querem se tornar professores.

“O professor ganha por hora, trabalha em duas, três escolas para compor um salário e ele trabalha demais, o dia todo. Então isso eu acho que afasta demais o interesse dos alunos em seguir nessa carreira”, explica Flávio Antonio Maximiniano, professor de Química da USP.

“Eu tenho vontade de ser professora, eu gosto muito de dar aula, de ensinar, de lidar com crianças. Mas como eu sei que as condições hoje não são boas, infelizmente eu sei que omeu futuro talvez não fosse do jeito que eu gostaria, começando como professora”, lamenta a estudante de Química Flávia Caetano.

Segundo o movimento "Todos pela educação", cerca de 44% dos professores de química no Ensino Médio, além de não terem formação específica, não são formados nem mesmo em áreas de exatas, como física, ou matemática.

Fonte: G1

12 de agosto de 2012

10ª Questão - modelo Spaece - 1º ano

Sobre os ângulos A e B do triângulo abaixo, é correto afirmar que

A) A + B = 30º
B) A + B = 90º
C) A + B = 120º
D) A + B = 180º
E) A + B = 360º


10ª Questão - modelo Spaece - 2º ano

Fabrício percebeu que as vigas do telhado da sua casa formavam um triângulo retângulo, como desenhado abaixo.

Se um dos ângulos mede 68º, quanto medem os outros ângulos?
A) 22º e 90º.
B) 45º e 45º.
C) 56º e 56º.
D) 90º e 28º.
E) 12º e 90º.

10ª Questão - modelo Spaece - 3º ano

Observe os triângulos abaixo. O triângulo que tem ângulo obtusângulo é


A) M.
B) N.
C) P.
D) Q.
E) nenhum.

5 de agosto de 2012

ESTUDANTES BRASILEIROS CONQUISTAM MEDALHAS DE OURO, PRATA E BRONZE NA BULGÁRIA

A competição reuniu estudantes das universidades mais prestigiosas do mundo 



Estudantes brasileiros conquistaram medalhas de ouro, prata e bronze na 19a. Competição Internacional de Matemática para Estudantes Universitários (IMC) na cidade de Blagoevgrad, na Bulgária. 

Renan Henrique Finder, Matheus Secco, Hugo Fonseca Araújo da PUC-Rio e Davi Lopes Alves de Medeiros da UFC conquistaram as medalhas de ouro (First Prize). Além das medalhas de ouro, os representantes brasileiros conquistaram outras 11 medalhas, sendo duas de prata (Second Prize) e nove de bronze (Third Prize). 

Neste ano, a competição contou com a participação de 318 estudantes representando mais de 70 instituições de ensino superior de todo o mundo. A delegação brasileira foi composta por 23 alunos das equipes olímpicas da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio), Instituto Militar de Engenharia (IME), Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), Unicamp, Fundação Getúlio Vargas (FGV-Rio), Universidade Federal do Ceará (UFC), Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), Universidade de São Paulo (USP), Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Universidade Federal de Uberlândia (UFU) e USP de São Carlos, lideradas pelos professores Samuel Barbosa Feitosa de Salvador (BA) e Fábio Dias Moreira do Rio de Janeiro (RJ). 

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